Volte um pouco no tempo. Resgate algumas lembranças de sua infância. Aposto que você já está sorrindo ao lembrar-se de algum amiguinho engraçado, uma cantiga de roda, uma brincadeira de rua, um desenho animado que você via repetidas vezes com o mesmo encantamento...
Agora, já adulto, é importante relembrar momentos como esses, pois isso nos faz compreender a importância que o ato de brincar tem na vida de uma criança.
A criança, além de brincar, está conhecendo o mundo ao seu redor por meio de seus sentidos contribuindo para a formação.
O importante é que pais e educadores deem liberdade às crianças para que elas possam se expressar e vivenciar novas experiências. Por outro lado, elas também devem perceber que limites existem e são necessários.
Apesar do brincar ser um comportamento espontâneo da criança, o adulto deve criar situações que estimulem a brincadeira.
No brincar espontâneo, na "fantasia", a criança exterioriza sua realidade interior, libera sentimentos e expressa opiniões. Por meio da brincadeira, a criança aprende a seguir regras, experimenta formas de comportamento e se socializa, descobrindo o mundo ao seu redor. Por isso, a brincadeira tem um papel decisivo nas relações entre a criança e o adulto, entre as próprias crianças e entre a criança e o meio ambiente.
Brincando, a criança pode vivenciar uma mesma situação diversas vezes. Isso, além de permitir que ela repita brincadeiras que lhe dão prazer, possibilita que ela solucione problemas e aprenda processos e comportamentos adequados.
Agora, já adulto, é importante relembrar momentos como esses, pois isso nos faz compreender a importância que o ato de brincar tem na vida de uma criança.
A criança, além de brincar, está conhecendo o mundo ao seu redor por meio de seus sentidos contribuindo para a formação.
O importante é que pais e educadores deem liberdade às crianças para que elas possam se expressar e vivenciar novas experiências. Por outro lado, elas também devem perceber que limites existem e são necessários.
Apesar do brincar ser um comportamento espontâneo da criança, o adulto deve criar situações que estimulem a brincadeira.
No brincar espontâneo, na "fantasia", a criança exterioriza sua realidade interior, libera sentimentos e expressa opiniões. Por meio da brincadeira, a criança aprende a seguir regras, experimenta formas de comportamento e se socializa, descobrindo o mundo ao seu redor. Por isso, a brincadeira tem um papel decisivo nas relações entre a criança e o adulto, entre as próprias crianças e entre a criança e o meio ambiente.
Brincando, a criança pode vivenciar uma mesma situação diversas vezes. Isso, além de permitir que ela repita brincadeiras que lhe dão prazer, possibilita que ela solucione problemas e aprenda processos e comportamentos adequados.
É importante que a criança tenha um tempo livre, sem atividades agendadas, no qual possa escolher o que quer fazer, inventar coisas, jogar, conviver com amiguinhos sem um objetivo estabelecido pelo adulto.
Há uma grande preocupação com a formação da criança. Pais e educadores buscam meios de torná-las responsáveis, equilibradas, atenciosas, trabalhadeiras e esquecem-se de que o brincar pode, justamente, ser uma ferramenta para que a criança desenvolva essas qualidades.
(texto retirado da Tv Cultura - Alô Escola)



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